Era fim de tarde quando a luz do quarto ficou só um pouco mais quente, daquele jeito que a gente sabe que a coisa vai esquentar. Eu tava sozinha em casa, com aquele silêncio que só o barulho da rua quebrava de vez em quando, quando o meu irmão deixou aquele vibrador novinho em cima da cama. Não era qualquer um, era daquele tamanho que já começa a chamar atenção só de ver na caixa. Peguei, liguei e fiz um teste rápido na mão pra ver como funcionava, mas a coisa não demorou pra ir mais longe. Comecei a me esfregar devagar, deixando o brinquedo deslizar entre as pernas enquanto os gemidos iam enchendo o quarto. O ritmo foi aumentando, os movimentos ficando mais firmes, até que o pau de silicone não cabia mais só pra mim. Fui me jogando nele, cada vez mais fundo, até sentir aquele choque de prazer me tomando por completo. A cama tremia, o vibrador não parava, e a gozada veio forte, escorrendo pelo colchão enquanto eu gritava sem controle.